sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Dermatologicamente testado.

Amor é coisa de pele.
Já cheguei jogando na sua cara, mesmo.
Não sei vocês, mas eu sei que é pra valer no simples toque. Quando o calor da outra pessoa faz todas as suas células adiposas se agitarem e você sente. E aí, meu amigo... não tem praonde correr.
É magnético. Explosivo. Sexual.

Aquele tal do encaixe perfeito?
Cem por cento verídico.
É como se cada pedaço seu sentisse que encaixou. Não larga mais, não quer largar.
Eu sou uma pessoa feliz por muitos motivos. Claro que tenho meus momentos Adele num dia chuvoso, mas eu sou uma pessoa feliz, principalmente no amor. (pasmem)
Todos os meus namorados me fizeram sentir o amor à flor da pele. Literalmente. Durante um ano, ou durante um mês, eu sei que foram intensos e reais.

Por isso quando eu tenho aquelas recaídas psicóticas e acho que nunca mais vou namorar na vida, eu tento me lembrar disso. Podem ter sido poucos, nenhum perfeito, alguns traumáticos, mas segundo dermatologistas.... foram de verdade.

Abri a boca pra dizer:
Eu Amo você.
Eu Monange você.

Nunca precisei de nada além de sinceridade. Nunca precisei jogar com as pessoas, apenas digo a que vim e sinto que deveria estar aonde estou. Ao contrário do que as pessoas falam, ouvir o coração quase sempre é o melhor. (vocês entendem que isso é uma metáfora, certo?)
O cérebro que atrapalha. Amor a gente sente, não pensa.
Aliás, já disse aqui diversas vezes que justamente quando a gente pensa, os problemas aparecem.

Quer uma dica? Próxima vez vai pelo coração. Vai pela pele.

Se não funcionar, pelo menos uma indicação de hidratante corporal pode ocorrer.


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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Não só de sex, drugs and rock 'n roll vive o homem

Ultimamente tenho passado por um processo muito delicado de amadurecimento.
Não o processo em si, mas o fato de perceber: opa, eu não tenho mais 10 anos de idade.

Não dá pra ser tudo do mesmo jeito. (Por mais que seria maravilhoso se pudesse, de fato)

Talvez eu esteja ficando chato com o tempo, mas o grande ponto a ser mencionado é a minha decrescente falta de interesse em ser superficial.
Claro, conversar sobre a ultima coleção da Versace ainda me entretém. Ficar bêbado ainda é divertido. E baladas se tornaram um passatempo tolerável.

Mas eu quero mais que o superficial.

Sinto falta de alguém pra conversar. Conversar mesmo. Coisas "úteis".
Sobre a teoria platônica de estética, o avanço na tecnologia, sobre preconceito. Quero conversar sobre Arte! Quero conversar sobre aquilo que eu não entendo, também!

Sempre é válido jogar conversa fora, claro. Mas eu ando com a necessidade de mais. É hora de acumular, é tempo de absorver.
Quero noites embriagado de bons assuntos.
Quero beijos quentes de pessoas que amam a si mesmas.
Olhar o céu nublado e entender que acima dele ainda existem estrelas e um Universo inteiro a ser descoberto.

Não só de sex, drugs and rock n' roll vive o homem, e eu ainda tô tentando descobrir o que existe nas entrelinhas.

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